Porterhouse e T-Bone são parentes muito próximos — tão próximos que é fácil confundi-los. Os dois são retirados do lombo e trazem contrafilé e filé mignon separados pelo mesmo osso em formato de “T”. A diferença aparece na posição de onde o steak é retirado: conforme avançamos para a região em que o filé mignon fica mais largo, chegamos ao Porterhouse. Por isso ele apresenta uma porção de filé consideravelmente maior.
E é daí que vem parte de sua fama nas steakhouses americanas. O Porterhouse não oferece apenas um steak grande; ele permite provar dois cortes de características bastante diferentes em uma mesma peça. É quase uma pequena degustação bovina construída pela própria anatomia do animal.
O nome também tem uma história curiosa. Porter houses eram estabelecimentos populares nos Estados Unidos do século XIX conhecidos por servir porter, um estilo de cerveja escura, acompanhada de comida. A origem exata do nome do corte é disputada, mas foi nesse universo de tavernas e casas de carne que o termo Porterhouse Steak ganhou força. Hoje, mais de um século depois, continua sendo um dos grandes símbolos da steakhouse clássica.

