Tête de Moine: um queijo moldado pela história.
O Tête de Moine, que em francês significa “Cabeça de Monge”, surgiu no século XII, criado pelos monges da Abadia de Bellelay, na região do Jura suíço. Originalmente, o queijo era tão valioso que servia como forma de pagamento de tributos e taxas aos senhores feudais — um verdadeiro símbolo de riqueza e tradição.
Sua produção respeita até hoje métodos artesanais, com leite cru de vacas alimentadas nos pastos alpinos, sem aditivos ou industrialização. O diferencial do Tête de Moine está no seu ritual de consumo: em vez de ser fatiado, é raspado com a Girolle®, formando rosetas que aumentam a área de contato com o ar e liberam todos os aromas e a suavidade do queijo.
Reconhecido pela denominação de origem controlada (AOP), o Tête de Moine é uma experiência sensorial completa: visual, olfativa e gustativa.
Ao servir esse queijo em rosetas, você não apenas degusta um produto — você participa de uma tradição que atravessa séculos.



